terça-feira, 16 de dezembro de 2014

LANÇAMENTO SULPACK!!!! Embaladora a Vácuo - SVC 400 VT G2

A Sulpack está lançando no mercado mais um produto. Vejam as principais características e especificações:

Características:
* Barramento de solda 410 x 3mm – 02 filetes;
* Solda Bi-ativa;
* Construída em aço inox 304 escovado;
* Troca de óleo e visor de nível de óleo na lateral da máquina;
* Para embalar produtos na posição vertical, tais como erva mate, café, chás, etc.
* Novo Visual;
* Adesivo decorativo na tampa;
* Praticidade para limpeza, manutenção e troca de óleo.



Clique aqui e veja o vídeo de demonstração.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

LANÇAMENTO SULPACK - Embaladora a Vácuo SVC 350

Sulpack apresenta mais um novo produto ao mercado de embaladoras a vácuo. Trata-se de uma embaladora a vácuo de câmara modelo SVC 350 que possui um visual diferenciado, maior praticidade operacional e uma facilidade de limpeza proporcionada pelo tipo de câmara.
Características:
• Revestimento interno e externo em aço inox 304 escovado
• Painel digital (programas, processos, horímetro, indicador de troca de óleo).

Saiba mais sobre a SVC 350 clicando aqui.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Sulpack lança embaladora a vácuo SVC 100 G2

Sulpack está lançando a nova seladora a vácuo de câmara modelo SVC 100 G2. A nova versão possui diferenciais em relação à versão anterior, tais como:
* Câmara com maior volume;
* Tampa côncava;
* Novo painel;
* Tecla Liga/Desliga na lateral da máquina;
* Novo visual.

Características:
• Revestimento interno e externo em aço inox 304 escovado
• Painel digital (programas, processos, horímetro, indicador de troca de óleo).

Saiba mais sobre a SVC 100 G2 clicando aqui.



quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Lançamento da Sulpack

Seladora a Vácuo com Bico de Sucção

A Sulpack lançou a nova Seladora de Vácuo com bico de sucção, modelo SVB 500 confirmando o nosso compromisso de sempre buscar melhorar os nossos produtos gerando um melhor custo/benefício.
A nova máquina possui características diferenciadas do modelo que era fabricada anteriormente, tais como:
* Substituição do sistema de compressor por bomba de vácuo, proporcionando maior capacidade de vácuo final;
* Placa eletrônica do painel  igual ao das modelos de câmara, com 10 programas distintos;
* Controle automático do processo (operação em 02 estágios, sem necessidade de acionar o painel entre os 02 estágios);
* Facilidade operacional sem necessidade de aplicação de força por parte do operador;
* Filtro com maior capacidade;
* Indicador de processos para manutenção preventiva;
* Isenta de óleo;
* Preparada para uso industrial;
* Solda com filetes duplos;
* Menor consumo de energia;
* Versão também com Atmosfera Modificada (Injeção de Gás) - SVB 500 G

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Dicas sobre embalagem a vácuo

* Embale somente alimentos frescos. Não embale alimentos velhos ou rancentos. Um alimento que já esteja alterado em seu estado, não melhorará com a embalagem a vácuo;

Alimentos frescos (carnes, vegetais, queijos, etc.) Devem ser refrigerados ou congelados após embalados a vácuo;

A Embalagem a vácuo remove uma alta porcentagem de ar (o qual é composto de 21% de oxigênio). Isto retarda a proliferação de microorganismos vivos que degradam os alimentos. Entretanto, algumas formas de bactérias como a Clostridium Botulinum (responsável pelo botulismo) são anaeróbicas e crescem com a ausência de oxigênio;

Alimentos suscetíveis à Clostridium Botulinum devem ser refrigerados por um curto período de tempo. Congelados podem ser mantidos por um longo período;

Vegetais como a couve-flor, brócolis e repolho emitirão gases quando embalados a vácuo. Para preparar esses alimentos para embalagem a vácuo é necessário escaldá-los primeiro.

Embalagem a vácuo não é um substituto para conservas térmicas.

Definição de Vácuo

O Vácuo pode ser definido como ausência total de ar.

Podemos criar vácuo numa embalagem plástica ou recipiente e então selar para que o ar retirado não retorne para o interior da(o) mesma(o).

A razão mais importante em realizar o vácuo é para retirar o ar contido ao redor dos produtos que vamos armazenar. Por quê?

1 - O ar é composto de aproximadamente 21% de Oxigênio. A maioria das bactérias associadas à degradação de alimentos necessitam do Oxigênio para crescerem. Quanto menor a quantidade de oxigênio disponível, mais lento será o crescimento dessas bactérias e por consequência, a vida dos alimentos será mais longa.

2 - O Oxigênio é um elemento altamente reativo e muitos dos compostos orgânicos que dão aos alimentos o seu sabor vão reagir com isso e fazer com que os alimentos tenham o sabor de comida estragada.

Processamento da Mandioca

As principais formas de processamento são in natura, minimamente processadas, resfriadas e congeladas, précozidas congeladas (french fries), cozidas no vapor e fritas (chips).

mandioca de uso culinário recebe diferentes denominações nas diversas regiões do Brasil. É aipim, macaxeira ou mandioca de mesa. Independente do nome, a mandioca sempre foi um prato tradicional, mas seu processamento vem sendo inovado, podendo ser encontradas várias opções nos mercados das capitais para aumentar o consumo culinário da mandioca: minimamente processadas, congeladas ou refrigeradas, pré-cozidas e congeladas e, mais recentemente, french fries e chips.

Mandioca in natura

As mandiocas in natura são cada vez menos frequentes em grandes cidades e supermercados. Além da  deterioração pós-colheita, precisam ser descascadas em casa e têm menores garantias de qualidade, pois, em geral, não têm rótulo de produtor.

Em outros países da América Latina, é comum encontrar mandioca parafinada ou em sacos plásticos. O mais comum no Estado de São Paulo é a oferta de raízes descascadas imersas em água ou congeladas, sendo uma forma deprocessamento mínimo.

Recepção da mandioca

A mandioca pode ser recebida em caixa, como a maioria da mandioca de mesa no Brasil, ou em sacos de aniagem.

Nesse caso, ao contrário do que muitos produtores afirmam, o produto chega em boas condições. A mandioca deve ser colhida no mesmo dia do processamento ou no dia anterior e armazenada à noite.

Na recepção, a mandioca deve ser pesada. Depois de pesada, a mandioca para uso culinário deve ser imediatamente processada. Caso não seja possível, deve ser armazenada durante a noite em tanques de água. O período de conservação em água não pode ultrapassar 12 horas, sob pena de fermentação das raízes e de degradação do produto.

Descascamento e lavagem

descascamento das raízes de mandioca para uso culinário compreende a retirada da entrecasca, diferentemente da fabricação de farinha e fécula, onde apenas a casca marrom é removida. Existe um descascador a vapor, mas há necessidade de repasse. Como esse equipamento é caro, o descascamento da mandioca ainda é feito manualmente.

O tempo de descascamento varia com o cultivar e o tempo após colheita. O rendimento médio para retirada de entrecasca é de 70 a 200 kg/min/dia de 8 horas, sendo mais frequente 120 kg. Após o descascamento é feita a seleção, com retirada de partes lenhosas ou podres. A lavagem das raízes pode ser mecanizada ou manual. Para a retirada da casca marrom, um lavador descontínuo com carga de 500 kg/batelada pode ser adequado, ficando a tarefa manual restrita à retirada da entrecasca, com maior rendimento, menor consumo de água e maior facilidade de manuseio das raízes.

Embalagem

Fonte: CPT - Centro de Produções Técnicas
O consumo de hortaliças minimamente processadas cresceu nos últimos anos, pela exigência do consumidor de alimentos semiprontos. A mandioca seguiu essa tendência, ainda que tardiamente.

O processamento mínimo exige cuidados para se obter um produto durável e de boa qualidade. Os toletes lavados e descascados devem ser cortados em pedaços de aproximadamente 5,0 cm com faca de aço inoxidável. Os toletescortados devem ser submetidos a tratamento fungistático (hipoclorito de sódio) na concentração de 200 ml/l) e antioxidante (acido cítrico a 5%), por 15 min, para cada tratamento. Em seguida, são escorridos, ou centrifugados em centrífugas para verduras, e Os toletes de mandioca são acondicionados em sacos de polietileno de espessura 150 mm, sob vácuo.

A durabilidade vai depender da temperatura de armazenamento, sendo ideal 4ºC, garantindo conservação por quatro semanas. Nessas condições, não ocorrem escurecimento ou desenvolvimento de microrganismos patogênicos.

Acima dessa temperatura, a respiração das raízes pode estufar a embalagem.

Veja abaixo um vídeo de cenoura sendo embalada. O processo é o mesmo que ao embalar mandioca.